Imagine a cena...
Plantão sozinho. Alerta no equipamento. Hemograma: 47.000 leucócitos, Hb 7,2, plaquetas 38.000.
Você olha a lâmina e surgem as dúvidas: “É blasto ou linfócito reativo?” “Coloco células imaturas no laudo?”
Como diz o Prof. Paulo Merisio: isso e coisa de amador. Blasto e blasto. Ele tem nome, sobrenome e uma história para contar. E a sua descrição pode ser a diferença entre um diagnostico precoce e um tratamento tardio.
Quando o blasto não é reconhecido, a suspeita não acontece, o paciente não é encaminhado, o diagnóstico atrasa — e em leucemias agudas, cada dia conta.
Laudos vagos como: “células jovens”, “células imaturas”, “células anormais” não ajudam. Blasto é blasto — nome e sobrenome.
A faculdade foi superficial. Você precisa de um guia de bancada, prático e direto, para reconhecer e descrever com segurança.
Um material prático e aplicado quando a dúvida aparecer na bancada – Salve no celular.